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Dragões Alienígenas, Dragões que não vieram do Plano de Pyros
| Omnix |
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Barão
  
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Povo, acho que poderíamos usar, segundo recomendação do Mestre Hector, um tópico para discutirmos outras origens para os Dragões. Vale lembrar que, até o momento, todos os Dragões são oriundos do Plano do Titã Pyros, como mais uma vez Mestre Folha-Pálida relembra. Bora, bota a maquininha pra funcionar. Vou devorar uns pegasi pra me animar. Sempre ajuda a bolar algo.  Abraços famintos e vorazes.
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| AirtonJr777 |
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Um pitaco rápido na pausa do almoço no laptop do meu companheiro e longe de casa de novo!! 1°) Dragões NUNCA são demais... desde que usados e criados com originalidade e parcimônia. 2°) Sobre a origem draconiana diferente da criação por Pyros. Bom, aqui está um pouco mais complicado. A concepção original, desde o primeiro livro do Tagmar 1 era que as criaturas draconianas fossem originárias do titã Pyros. Uma origem diferente (não que ela não possa ocorrer, por mim tudo bem!) acredito que iria contra a diretriz um do projeto tagmar 2: não mudar nada do que foi concebido anteriormente, apenas expandir. Aqui, acho, nem eu poderia dar um palpite ou decisão final. Caberia ao nobre Coordenador Geral dar ou não o seu aval. Agora, poderíamos Criar criaturas draconianas, como um constructo ou um golem, por exemplo. Já vi isto em outros sistemas. Dragões de carne e osso, mesmo, acredito que só os que o Pyro criou mesmo. Um abraço a todos; Airton Jr.
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"And the Light shineth in darkness; and the darkness comprehended it not." Jo.1:5 RPG is fun, not evil. Nadath nâ i moe cerich. Meu nome é Pólux Mognir, Vingador Negro da Ordem da Noite Eterna. Terrores das Terras Mortas...TREMEI!!
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| AirtonJr777 |
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Colega Hugar, o primeiro de seus questionamentos eu posso responder. O material do Império está bem adiantado, pelo que me foi passado pelo colega Marcelo Vieira e sim, terá fatos totalmente diversos dos ocorridos no Mundo Conhecido, além de ser uma ambientação totalmente diferente do que estamos acostumados pois ela se baseia na civilização Suméria, babilônica e medo-persa. Está ficando bem legal, isto eu posso garantir. E teremos algumas surpresas bem interessantes (novas criaturas, novos povos, talvez novas raças jogáveis além das próprias da ambientação, reis-feiticeiros, etc... vou parar por aqui senão eu estrago a surpresa  ). Já as Ilhas Independentes está em sua fase de concepção, mas já tem-se bastante material para uma versão provisória/inicial/conceitual. Mas, como não temos material humano em grande quantidade e os colegas que trabalham nas tarefas são verdadeiros "heróis" que tem de conciliar família, trabalho e sua paixão pelo Tagmar 2, talvez esta versão demore um pouquinho. Mas também esta parte da ambientação terá um look totalmente diferente, além de novas criaturas, talvez também novas raças jogáveis, etc, etc, etc... Contudo, a prioridade, no momento, é terminar o Livro das Terras Selvagens. Depois, o restante. Um grande abraço a todos; Airton Jr.
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| Omnix |
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Barão
  
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| QUOTE (AirtonJr777 @ Apr 22 2009, 09:16 PM) | (...) além de ser uma ambientação totalmente diferente do que estamos acostumados pois ela se baseia na civilização Suméria, babilônica e medo-persa.
Já as Ilhas Independentes está em sua fase de concepção, mas já tem-se bastante material para uma versão provisória/inicial/conceitual. Mas, como não temos material humano em grande quantidade (...)
Contudo, a prioridade, no momento, é terminar o Livro das Terras Selvagens. Depois, o restante. |
1) Haverá algo com um toque Inca, Maia ou Asteca, seja nas terras selvagens ou, preferencialmente, nas Ilhas Independentes? Pergunto pois a criatura que fiz, reptiliana, saída do tópico dos Sekbets, é absolutamente Maia.
2)Me ofereço, se não o fiz antes, para ajudar na concepção do material das Ilhas Independentes. Agora gozo de bastante tempo livre, e queria poder contribuir tanto quanto for necessário ao Projeto. Pelo texto citado, a demanda é grande. Tamos na área.
3)Poderia ser redividida, ou sei lá, optimizada, a finalização do material das Terras Selvagens? Aqui todo mundo, praticamente, joga nas 11. Mas como não posso falar pelos outros, me coloco a disposição pra fazer seja lá o que for (caso vocês vejam a competência necessária em mim) para fechar logo essa parte, que a meu ver infelizmente não está no ritmo mais acelerado possível. Enfim, tamos aí pra dar um gás, se for possível ajudar.
Reforço que o material para as Ilhas Independentes está ganhando massa crítica. Em vários lugares do fórum coisas vão surgindo. Isso mostra uma incipiente sobreposição. Acho que é o melhor matar logo a tarefa que ainda persiste para aproveitarmos a massa crítica que está sendo gerada agora.
Abraços ansiosos.
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| Arion |
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Marquês
     
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| QUOTE (Omnix @ Apr 23 2009, 08:34 AM) |
=========QUOTE=AirtonJr777================ (...) além de ser uma ambientação totalmente diferente do que estamos acostumados pois ela se baseia na civilização Suméria, babilônica e medo-persa.
Já as Ilhas Independentes está em sua fase de concepção, mas já tem-se bastante material para uma versão provisória/inicial/conceitual. Mas, como não temos material humano em grande quantidade (...)
Contudo, a prioridade, no momento, é terminar o Livro das Terras Selvagens. Depois, o restante. ================================= 1) Haverá algo com um toque Inca, Maia ou Asteca, seja nas terras selvagens ou, preferencialmente, nas Ilhas Independentes? Pergunto pois a criatura que fiz, reptiliana, saída do tópico dos Sekbets, é absolutamente Maia.
2)Me ofereço, se não o fiz antes, para ajudar na concepção do material das Ilhas Independentes. Agora gozo de bastante tempo livre, e queria poder contribuir tanto quanto for necessário ao Projeto. Pelo texto citado, a demanda é grande. Tamos na área.
3)Poderia ser redividida, ou sei lá, optimizada, a finalização do material das Terras Selvagens? Aqui todo mundo, praticamente, joga nas 11. Mas como não posso falar pelos outros, me coloco a disposição pra fazer seja lá o que for (caso vocês vejam a competência necessária em mim) para fechar logo essa parte, que a meu ver infelizmente não está no ritmo mais acelerado possível. Enfim, tamos aí pra dar um gás, se for possível ajudar.
Reforço que o material para as Ilhas Independentes está ganhando massa crítica. Em vários lugares do fórum coisas vão surgindo. Isso mostra uma incipiente sobreposição. Acho que é o melhor matar logo a tarefa que ainda persiste para aproveitarmos a massa crítica que está sendo gerada agora.
Abraços ansiosos. |
Bem... Sobre as Ilhas Independentes eu posso comentar de camarote... È o seguinte. Fizemos um esboço de artigo chamado artigo zero. Nele consta algumas informações sobre a história e a geografia da região. Nada muito aprofundado, apenas linhas gerais. Nesse artigo, falamos um pouco sobre os reinos, os principais locais, as raças e tudo mais... Mais tivemos que suspender momentaneamente por causa das discussões das terras selvagens (que já tem mais de 2 anos de luta). Dentre essas novas raças, estamos trabalhando com uma espécie de "Império Reptante". Vejam o que foi escrito sobre esse império "Silar: Poderoso Reino dos Reptantes. Localizado na região dos Campos Rochosos, Silar é um dos maiores impérios da região. Possui diversas cidades incrustadas nos rochedos de Agéia. A sua economia é baseada na extração mineral das minas da região. Os reptantes possuem diversos portos e uma poderosa esquadra armada." Então, nobre omnix, esses reptantes poderão ter tranquilamente um toque Inca, Maia ou Asteca. Estou com uma idéia de trabalharmos a questão das "cruzadas" nas ilhas independentes. Como assim cruzadas? Nas Ilhas Independetes teremos duas etnias de humanos: uma nativa e outra "estrangeira" A nativa estou pensando em trabalhar a cultura árabe. usando aqueles panos na cabeça e toda a parte que envolve as mil e uma noites. A estrangeira seriam um povo que migrou para as Ilhas na época do Grande Cataclismo. A terra natal deles (em algum lugar ao norte do império) foi destruída pelo grande terremoto e eles navegaram por décadas atrás de uma suposta terra prometida por Ganis. Até que encontraram o arquipélago e fundaram as bases da sua sociedade. Mas isso tudo ocorreu no início do segundo ciclo. De lá para cá muita coisa mudou, alianças foram feitas, guerras continentais foram travadas, etc... A idéia da cruzada seria justamente esse "choque" de culturas... Trabalharíamos a questão dos deuses (estrangeiros) e dos titãs (nativos) por aqui... nada de seita... E diversas outras raças entrariam nessa história... O que vocês acham das cruzadas? Estou tentando revisar o texto base para colocar aqui.. Existem muitos nomes estrangeiros que precisam entrar no universo brasileiro de tagmar... Muita coisa ainda precisa ser ajustada... Tem muita coisa solta ainda... Assim que terminarmos as terras Selvagens já vou botar o texto aqui para as discussões e coleta de idéias... Caro Omnix, toda ajuda é bem vinda!!! Vai juntando suas idéias aí.. em breve voltaremos ao assunto! Arion This post has been edited by Marcelo_Rodrigues on Apr 28 2009, 11:56 AM
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| AirtonJr777 |
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O colega Arion postou:
| QUOTE | A estrangeira seriam um povo que migrou para as Ilhas na época do Grande Cataclismo. A terra natal deles (em algum lugar ao norte do império) foi destruída pelo grande terremoto e eles navegaram por décadas atrás de uma suposta terra prometida por Ganis. Até que encontraram o arquipélago e fundaram as bases da sua sociedade.
Mas isso tudo ocorreu no início do segundo ciclo. De lá para cá muita coisa mudou, alianças foram feitas, guerras continentais foram travadas, etc... |
Olha aí uma idéia para explicar a chegada da grande armada humana na costa das Terras Selvagens descrita nos materiais de Lar, o Reino Élfico e Blur. É um jeito de "amarrar" as ambientações do Mundo Conhecido e das Ilhas Independentes. Nobre Arion, bem bolada a idéia. Sobre as cruzadas, no que depender de mim, tem carta branca para idealizar o que achar melhor. Gostei também bastante da idéia da cultura árabe nos povos das Ilhas Independentes... tem muita coisa legal na parte de ambientação que envolve este povo milenar. Um abraço a todos; Airton Jr.
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| Omnix |
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Povo, proponho então que esse tópico seja utilizado para 2 coisas: Relembrar, repensar e estabelecer os limites dos Dragões no mundo de Tagmar como um todo, e o caso particular das Ilhas Independentes. Alguns colegas citaram que haverá até mesmo um panteão separado para as Ilhas Selvagens. Acho que aí encontramos a brecha para o surgimento de novos Dragões, sem ferir nada do resto. Alguém se habilita em explicar os Dragões atuais? Mas não apenas citando trechos de coisas já publicadas. Faça isso sim, mas já pode ir apontando possíveis brechas, possíveis pontos nebulosos, coisas que possamos aproveitar. Qual é o Airton que vai começar essa empreitada? HUAHAHUHAUA Brincadeira cara.  Vamos lá, eu mesmo vou começar a minerar aqui pra ver se acho o que já existe. Mas se alguém mais capacitado quiser pegar a deixa antes de mim, fique a vontade. Abraços ocupados.
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| Arion |
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| QUOTE (AirtonJr777 @ Apr 23 2009, 03:13 PM) | O colega Arion postou:
========================= A estrangeira seriam um povo que migrou para as Ilhas na época do Grande Cataclismo. A terra natal deles (em algum lugar ao norte do império) foi destruída pelo grande terremoto e eles navegaram por décadas atrás de uma suposta terra prometida por Ganis. Até que encontraram o arquipélago e fundaram as bases da sua sociedade.
Mas isso tudo ocorreu no início do segundo ciclo. De lá para cá muita coisa mudou, alianças foram feitas, guerras continentais foram travadas, etc... ========================= Olha aí uma idéia para explicar a chegada da grande armada humana na costa das Terras Selvagens descrita nos materiais de Lar, o Reino Élfico e Blur.
É um jeito de "amarrar" as ambientações do Mundo Conhecido e das Ilhas Independentes. Nobre Arion, bem bolada a idéia.
Sobre as cruzadas, no que depender de mim, tem carta branca para idealizar o que achar melhor.
Gostei também bastante da idéia da cultura árabe nos povos das Ilhas Independentes... tem muita coisa legal na parte de ambientação que envolve este povo milenar.
Um abraço a todos;
Airton Jr. |
Nobre Airton, Estão... Quando tenho um tempinho livre estou dando uma revisada no artigo zero... Essa idéia das cruzadas vai ter que ser melhor trabalhada lá... A parte da cultura árabe deve ficar mesmo para o detalhamento dos reinos... Estou mudando alguns nomes também... Ghorn por exemplo virou Gornan... Temos que trabalhar com vocábulos da da nossa língua mãe... Os "molthas" também foram para o espaço... A princípio o nome será Gantar (em homenagem à deusa Ganis). mas está sujeito à modificações. Depois lhe mando o arquivo para você dar uma olhada... Sobre essa questão da esquadra que chegou nas terras selvagens, abri um tópico chamado "A Saga dos Gantarianos" que fala bem resumidamente da saída dos gantarianos (ex molthas) do seu império caído e a sua chegada às Ilhas Independentes. Serão 3 expedições seguidas. Sendo que uma delas nunca chegou ao seu destino. É um gancho para as terras selvagens. Ela partiu de Gantar ainda no Segundo Ciclo, antes do Cataclismo. E Gantar será o nome de uma vasta região que ficava ao norte da região do Império e foi totalmente destruída pela Grande Falha. Também estou dividindo o artigo em 2 diferentes. Uma para a História e outro para a Geografia das Ilhas Independetes. Depois eu entrego para vocês alterarem/aproveitarem/melhorarem o que quiser!! Acho que é isso...
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| Omnix |
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| QUOTE (Omnix @ Apr 23 2009, 03:45 PM) | Povo, proponho então que esse tópico seja utilizado para 2 coisas:
Relembrar, repensar e estabelecer os limites dos Dragões no mundo de Tagmar como um todo, e o caso particular das Ilhas Independentes. |
"Dizem as lendas que os dragões foram criados por Pyros, o Titã do fogo e da destruição, a partir da essência própria do caos. Por muitos anos eles serviram fielmente ao seu mestre e criador. Um dia, porém, os Titãs-Segundos e os deuses e revoltaram contra seus pais. Aproveitando-se da luta, muitos dragões fugiram para sua liberdade. Alguns dos dragões, no entanto, ficaram e participaram das lutas, uns ao lado dos deuses e outros do lado dos titãs.
Nas batalhas que se seguiram os deuses terminaram por clamar vitória, graças em parte à ajuda dos dragões. Os dragões que escolheram ficar e lutar ao lado dos deuses foram então recompensados com grandes poderes, físicos e mágicos. Mas nem todos os dragões haviam lutado com igual bravura. Alguns haviam ajudado os deuses apenas por oportunismo, em busca de liberdade e recompensas, enquanto outros haviam realmente abraçado a causa dos deuses, lutando com coragem sem par e não raro sacrificando as suas próprias vidas na batalha. Aos segundos Palier deu ainda mais magia que aos primeiros, Maira e Crisagon deram uma couraça dourada, diferente da dos outros dragões e Cruine os liberou das amarras do tempo, fazendo-os imunes às agruras da velhice e à morte pelo tempo.
Finalmente, os dragões que haviam lutado ao lado dos titãs foram amaldiçoados pelos deuses. Sua força seria diminuída, o fogo que enchia o seu corpo seria apagado, transformando-se em gelo. Mesmo a sua inteligência seria reduzida até que restasse apenas o bastante para compreenderem aquilo que haviam sido e jamais poderiam voltar a ser. Assim foram criados os dragões como hoje os conhecemos.
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| Omnix |
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Ai está o que achei no Livro de Criaturas. Não há nada sobre as origens dos Dragões no livro de Introdução a Ambientação.
Agora as análises:
1) É dito explicitamente que alguns dragões não ficaram nem de um lado, e nem de outro. Esses não foram agraciados ou punidos. Sumiram neste ponto da descrição. Aqui, a meu ver, está o maior gancho para incluirmos dragões diferentes FORA das Ilhas independentes. Eles seriam ainda do projeto original de Pyros, e estariam, a meu ver, entre o teto do dragão de fogo e o piso do dragão de gelo.
1.1) Desdobrando: por serem ainda parte do projeto original de Pyros, o Titã do Fogo e da Destruição, teríamos que criar dragões diretamente relacionados ao fogo (me vem logo de cara a idéia de um dragão de magma) ou a destruição. Levanto a bola de que isso indica que Pyros prefere o fogo para causar destruição, mas não é a única fonte. Outra semente pra dragões novos. Menos numerosos que os de fogo (os preferidos do papai), talvez não tão poderosos, mas ainda assim diferentes.
2) O texto diz o presente dado aos dragões aliados por Palier, Maira, Crisagon e Cruine. Acho que aqui há uma possível brecha para inserirmos dragões que foram agraciados por outros deuses, de outras formas. Mais uma sementinha de tipos novos de dragões. Talvez esses até possam estar entre os dragões vermelhos normais e os imperiais (vermelhos e dourados). Quem sabe? Talvez pau a pau com um dourado?
3) A parte dos amaldiçoados é descrita como sendo uma punição geral de todos os Deuses. Portanto, não deixou brechas.
Bem, é isso para FORA das Ilhas Independentes. Volto a reforçar que, pelo que foi adiantado, as Ilhas possuem um panteão próprio, o que a meu ver dá toda a liberdade para criarmos os dragões da maneira que quisermos por lá.
Ufa, por hora é só.
Abraços verdadeiramente desejosos de respostas.
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| Omnix |
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| QUOTE (Hector Folha-Palida @ Apr 24 2009, 12:48 PM) | | 1 - Os Dragões de Areia são justamente estes que fugiram e não lutaram em nenhum dos lados. Os Dragões de fogo são o projeto original do Pyros, boa parte deles não fugiu antes da guerra e sim depois. |
Não entendi. Se eles fugiram depois, participaram da batalha. Se participaram, ou foram agraciados, ou punidos. Se foram agraciados, Imperiais. Se foram punidos, Gelo. Não vi de onde saem os vermelhos, se eles escapam DEPOIS da batalha. Abraços duvidosos. P.S.: Os Dragões de Areia foram os que não se envolveram, sim. Mas foram os UNICOS que não se envolveram? This post has been edited by Omnix on Apr 24 2009, 02:10 PM
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| AirtonJr777 |
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Bom, vou dar mais um pitaco nesta discussão que estou gostando bastante...
O colega Omnix postou:
| QUOTE | Não entendi.
Se eles fugiram depois, participaram da batalha.
Se participaram, ou foram agraciados, ou punidos.
Se foram agraciados, Imperiais.
Se foram punidos, Gelo.
Não vi de onde saem os vermelhos, se eles escapam DEPOIS da batalha.
Abraços duvidosos.
P.S.: Os Dragões de Areia foram os que não se envolveram, sim. Mas foram os UNICOS que não se envolveram? |
Faz um pouco de sentido o que o colega Héctor postou sobre os dragões de fogo. No meu entendimento, eles poderiam sim, ter fugido DURANTE a guerra entre titãs e dragões aliados X deuses e dragões aliados. Numa guerra sempre existem aqueles que "dão no pé" sem ficar nem de um lado, nem de outro. Contudo, realmente fica meio "estranho" fugir DEPOIS do conflito e continuar sendo um dragão de fogo. Soaria melhor se os dragões de fogo fossem aqueles que fugiram ANTES e DURANTE o conflito, não depois, pois aí ou já teriam tomado partido ou não tomariam partido nenhum. Quem não lutou ao lado nem de deuses, nem de titãs foram os dragões de areia. Eles, acredito, não fugiram como os "ciclanos", nem tomaram partido como os "beltranos", daí ficaram neutros e receberam sua paga pela neutralidade. Com relação aos dragões de areia serem os únicos que não se envolveram no conflito, EM TEORIA talvez até não sejam, mas para colocar outros dragões de tendência neutra nesta história teria que ter um SENHOR argumento para encaixá-lo na ambientação com coerência e verossimilhança. Já os dragões que fugiram ANTES/DURANTE o início dos embates, estes sim poderiam NÃO SER APENAS OS DRAGÕES DE FOGO. Aí abre uma brecha para a criação de novos dragões... MAS SEMPRE COM COERÊNCIA E PARCIMÔNIA, como disse acima. Não queremos revoadas de dragões em Tagmar (se bem que seria bem legal, rsrs  ) Outro ponto levantado pelo colega Omnix: | QUOTE | | 2) O texto diz o presente dado aos dragões aliados por Palier, Maira, Crisagon e Cruine. Acho que aqui há uma possível brecha para inserirmos dragões que foram agraciados por outros deuses, de outras formas. Mais uma sementinha de tipos novos de dragões. Talvez esses até possam estar entre os dragões vermelhos normais e os imperiais (vermelhos e dourados). Quem sabe? Talvez pau a pau com um dourado? |
É um caso a se pensar... A parte de teogonia TAGMARIANA como um todo ainda não foi discutida, portanto, ainda nem se cogita a parte da religião nas Ilhas Independentes. Como o colega Héctor postou, é mais provável que sejam os mesmos deuses com nomes diferentes, como no caso da ambientação do Império. Estava se estudando a possibilidade de um culto aos titãs na ambientação das ilhas, mas ainda é estudo, ok? Um grande abraço a todos; Airton Jr.
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| Omnix |
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| QUOTE (AirtonJr777 @ Apr 24 2009, 03:35 PM) | | Com relação aos dragões de areia serem os únicos que não se envolveram no conflito, EM TEORIA talvez até não sejam, mas para colocar outros dragões de tendência neutra nesta história teria que ter um SENHOR argumento para encaixá-lo na ambientação com coerência e verossimilhança. |
 Posso tentar? Posso tentar?  Nobre Hector, me ajuda? Criamos todo um séquito de Dragões que preferiram a neutralidade. Podem ser 3 raças, por exemplo. Sei lá! O importante é ser um esforço coordenado de quem está criando, pra não ficar sem pé nem cabeça, e atender as mais que devidas demandas de Mr. Airton. Que tal?  Topa Hector?  Abraços.
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| Omnix |
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Barão
  
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Pô, Hector, eu e Airton estamos queimando a mufa com um dragão dele! Então já temos 2. Eu queria que tivesse um jeito síncrono de conversarmos. Pra agitar melhor. Mas enfim, vamos trocar e-mails? O meu é bjpeixoto@gmail.com Esse é o meu pessoal de verdade.  É o que eu checo o tempo todo. Tratem dele com carinho.  Aguardo um contato! Trio pro-draco montado!  Abraços empolgadíssimos!
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| samuel.azevedo |
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Dragão PúrpuraNada a ver com a classe de prestígio de forgotten helmsConta a lenda que estes dragões de médio porte surgiram do amor impossível entre um dragão imperial dourado chamado Krogus  e uma ninfa chamada Orquídea. Krogus e Orquídea se conheceram num dia em que o dragão vagava em uma floresta a procura de uma flor rara, disfarçado de elfo. Logo que o viu, Orquídea sentiu o desejo de conquistá-lo e ofereceu a flor que ele estava procurando em troca de companhia. Krogus aceitou o presente de Orquídea, e os dois passaram horas conversando, sem notar o passar do tempo. Ao final da conversa, ambos estavam apaixonados um pelo outro, e o dragão resolveu revelar sua verdadeira identidade. Por muito tempo eles viveram seu amor proibido, e o desejo de passarem o resto de suas vidas juntos crescia em seus corações. Seu maior desejo era consumar o seu amor criando filhos, mas por serem de espécies diferentes, mesmo transmutados em elfos não conseguiam alcançar este desejo. Sabendo que Lena era as deusa que se comoveria mais com seu amor, e que Ganis como criadora das ninfas também deveria ser consultada, os amantes pediram as deusas que convencessem Maira a torná-los da mesma espécie, para que completassem o sentido de seu amor com filhos. Maira, por sua vez, disse que eles deveriam também ter a autorização de cruíne, por se tratarem de espécies que tinham a bênção da imortalidade e da juventude eterna, alegando que qualquer mudança em seres com estes dons deveria ser homologada pelo deus da vida e da morte. Cruine, porém, colocou como condição para tamanha mudança de que eles teriam que abrir mão da imortalidade e de sua eterna juventude, característica nata das espécies em que eles nasceram. A esta determinação, os dois concordaram, pois seu desejo de ver seu amor reproduzir-se em filhos era muito maior. O dragão e a ninfa, numa cerimônia diante dos quatro deuses, declararam seu amor e seu desejo por se unir e gerar filhos. Mergulharam num lago, simbolizando sua abdicação dos dons da imortalidade e juventide eterna, e ao emergirem dois novos seres haviam nascido. Seu tamanho não era tão colossal quanto o do dragão imperial dourado, nem tão pequeno e delicado como o da ninfa. Os novos seres tinham seus corpos eguios e belos, com feições delineadas e formosas curvas, e suas escamas púrpuras seriam para eles e seus descendentes o sinal do amor que os fez renascer como partes de um só. Suas asas, apesar de serem feitas de ossos e couro, têm o romântico formato de asas de borboletas e apresentam desenhos em tons mais escuros (machos) ou rosados(fêmeas). São muito hábeis em artes das mais diversas e outras habilidades sociais. Seus poderes lembram vagamente os poderes do dragão dourado e da ninfa, e são baseados em encantamentos diversos, e em alguns pequenos milagres. Para evitar que eles se envolvam com seres de outras espécies e mexam mais ainda nos domínios de Maira, a deusa retirou deles o poder de se metamorfosear. Krogus e Orquídea tiveram muitos filhos, e todos eles são os belos e majestosos dragões púrpura dos dias atuais. Cada dragão púrpura tem uma única companheira para sua vida toda, como legado do amor de seus antepassados. Vivem em florestas, e cavernas longe da civilização, onde estudam sua arte e a aplicam, construindo verdadeiros palácios (muitas vezes subterrâneos, mas em alguns casos em copas de grandes árvores). São neutros aos outros seres desde que eles não ameacem a segurança e harmonia de sua família. This post has been edited by samuel.azevedo on Apr 24 2009, 05:21 PM
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