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Guerras... Guerras nunca mudam.

Não importando que ideal saia vencedor, a guerra sempre deixa um rastro de destruição, miséria e sofrimento após sua passagem. São esses os detalhes sempre omitidos dos livros de história. A guerra não é heróica, a guerra não é um instrumento de avanço. A guerra é trágica.

Mais terríveis ainda são as proporções de uma guerra entre deuses. As chamadas Guerras Santas. O conflito entre Athena, a deusa protetora da humanidade, e o maligno Hades, que a cada 250 anos surge das profundezas infernais para tentar exterminar a raça humana e tomar o planeta terra para si, sempre sendo derrotado pelos heróicos Cavaleiros de Athena e selado mais uma vez no submundo. Foi assim desde os primórdios da humanidade... E desde então continuou sendo... Até 1986. Pois nesse ano, Hades venceu...


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Acontecimentos

A nova encarnação de Athena nasceu em Rozan e ainda não foi apresentada nem a elite de seus cavaleiros. Longe dali, as tropas de Hades se mobilizam para a guerra, rumando em direção a Asgard para a batalha final contra os Guerreiros Deuses de Odin e sob o véu da guerra os outros juízes se movem com objetivos misteriosos.


Sagas

A Saga de Ptolomea

Parte 1
Parte 2


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 História
Skuld
Posted: Jun 13 2009, 12:17 AM



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Nos tempos antigos, os Guerreiros Deuses da Ursa Menor eram os mais ferozes guerreiros de Asgard, os verdadeiros senhores de guerra que levavam a destruição e o medo a todos inimigos de Odin. Eram ao mesmo tempo os líderes de tropas, os mestres estrategistas e os bárbaros que tomavam a linha de frente e nunca tombavam. A maior aspiração que um guerreiro poderia ter, os representantes máximos dos deuses da guerra, a suprema Elite dos Aesir.

Talvez justamente por isso que sofreram com o impacto da modernidade mais que qualquer outra classe religiosa do povo do norte. Com o passar do tempo, afinal, a violência foi deixando de ser a solução para qualquer problema externo, e as guerras foram caindo em desuso. Conseqüentemente, os lobos de guerra da Ursa Menor, as Mãos de Tyr, foram cada vez mais sendo restringidos e perdendo seu posto de sangrentos conquistadores e representantes da vontade de Odin, sendo substituídos por soluções políticas e diplomáticas.

Até dentro de suas terras foram cada vez mais perdendo influência para a outra facção dominante de guerreiros deuses os quais tinham certa rixa; os pomposos e engomados diplomatas e membros da elite, a Ursa Maior. No passado, meros sentinelas de questões internas, as funções dos Guerreiros Deuses da Ursa Maior foi pouco a pouco evoluindo e tornando-se mais abrangente, englobando também políticos, diplomatas, estrategistas e asgardianos que aceitaram a modernidade e caminharam junto com ela. Agora a reduzidos a mera “relíquia” dos tempos antigos, os Guerreiros Deuses da Ursa Menor passaram a ter então função meramente simbólica, cães de guarda de Asgard que permaneceriam enjaulados então até que seus companheiros civilizados não conseguissem mais lidar com a situação e não houvesse outra alternativa. Onde no passado havia honra, gloria e sabedoria no que faziam, atualmente possuíam fator apenas ilustrativo.

Foi pouco depois dessa época que veio Durval.

Aproveitando-se de uma facção fraca, ignorada por seu povo, o guardião das fronteiras de Asgard, Durval de Gjallarhorn, encheu-a de tolos fracos e facilmente manipuláveis, preparando em seguida um golpe para tomar Asgard para si, e se auto-proclamando Doubaron, o representante de Odin. Em sua prepotência, porém, cultivou a própria ruína quando resolveu tomar para si o poder da deusa Athena. Preparou tudo cuidadosamente, raptando a hospedeira humana da Deusa da Sabedoria e por meio de um complexo ritual, canalizando o cosmo divino da deusa às terras do norte através de um de seus servos, vítima de lavagem cerebral, aprisionado na vestimenta de Midgard. Cego e arrogante, no entanto, não contava que o poder de fogo daquela que não só representava a sabedoria, mas também a guerra, era tão grande, e que sua modesta liga de perdedores não teria a menor chance. Por fim, esta pequena insurreição foi sufocada antes mesmo de começar efetivamente, quando Frey, o guardião da Balmung, se sacrifica para matar o traidor e os cavaleiros de Athena dizimam suas tropas.

A segunda vinda dos campeões de Athena a Asgard não foi supervisionada pela Ursa Menor que no passado tanto protegeu seu lar de invasões inimigas. Depois do pequeno golpe de Durval, foram esquecidos e mais desgraçados que já estiveram nos últimos anos. A Balmung, já sem dono, voltou a seu lugar de origem, esperando que mais uma vez fosse sacada por aquele que salvaria o lugar. E foi o que aconteceu... Asgard, ao fim do cerco, foi salva da ruína pelos seus próprios invasores. Já não havia mais a Ursa Menor nem a Ursa Maior. Apenas o caos deixado para trás pela passagem dos servos do Olimpo...

Ambas as facções de Asgard foram esquecidas por anos, porém, durante a invasão de Hades, Hilda convocou mais uma vez os Guerreiros Deuses de Asgard, tanto de Ursa Maior quanto de Ursa Menor e estes, apesar de suas grandes diferenças lutaram lado a lado para impedir que Hades dominasse as terras gélidas.

Além dos Guerreiros Deuses de Ursa Maior e Ursa Menor, Balmung também foi convocado, sendo assim, Asgard pode contar com um contingente de quatorze guerreiros de Elite que receberam a benção de seu deus, Odin. Durante os combates, Hilda permanecia rezando aos pés da estátua de Odin orando e suas preces foram atendidas, Odin enviava para o local dos combates tempestades de neve fortíssimas, as quais apenas os Guerreiros Deuses eram capazes de resistir as mesmas.

O combate durou vários anos até que o Juiz de Garuda morreu em um combate dentro de sua própria capital. O seu sucessor não deu tanta atenção a Asgard, deixando assim o reino livre para seguir a sua vida, Asgard se tornou o único país humano a não sucumbir completamente a mão do Imperador do Submundo.

Durante o ápice da guerra, Asgard perdeu diversos Guerreiros Deuses, um atrás do outro, porém, finalmente estes poderiam viver com um pouco mais de paz. A fronteira de Asgard ficou mais calma, não se tornando uma zona de guerra ativa, porém Caína montou uma fortaleza na mesma para vigiar os Asgardianos e eles fazem o mesmo para impedir a dominação.

Asgard atualmente vive sob o estado de uma falsa paz, pois ainda está em guerra, mas não é atacada por seus inimigos. Os anos se passam e Asgard se mantém intacta graças ao sacrifício de seus mais valorosos guerreiros. Hilda acabou por morrer durante os primeiros anos da guerra, porém sua irmã, Freya assumiu o governo de Asgard e montou uma nova família real, que era protegida por ambas as facções de Asgard, os Guerreiros Deuses de Ursa Menor, também chamados de Aesirs e os Guerreiros Deuses de Ursa Maior, também chamados de Vanir.

Freya governou Asgard tão bem quanto sua irmã, porém uma trágica notícia abalou toda Asgard, Freya, cinco anos depois do nascimento de sua única filha descobriu que tinha uma terrível doença que, naquela época não havia cura e possivelmente ela morreria desse mal. Foi um grande alarde na região, porém Freya resistiu a doença por dez anos até que finalmente sucumbiu a mesma, mas antes cuidou de seu legado. Seu marido havia falecido durante um dos maiores combates na fronteira de Asgard

A dois anos, em seu leio de morte, convocou a presença de todos os Guerreiros Deuses presentes. Sabendo que sua filha era muito nova para governar o reino, ela pediu que Lenneth de Gjallarhorn, a mais velha dentre todos os Guerreiros Deuses fosse tutora de sua filha e cuidasse para que ela crescesse e aprendesse como governar, não tento outra escolha, Lenneth acatou, assim como os outros guerreiros.

Seguindo as tradições de Asgard, como o país não tinha uma regente em idade para governar, qualquer decisão quanto a Asgard deveria ser tomada pelo Conselho dos Guerreiros Deuses, formado por todos e eles entrariam em consenso para o bem estar de Asgard.

A regente de Asgard atualmente é conhecida como Skuld. Desde o nascimento da garota, ninguém teve contato com ela a não ser Lenneth, que na época era sua guarda-costas, isto se deve ao fato de durante o nascimento da garota o país estar em guerra e Freya preocupada com o futuro. O fato do nome da regente ser escondido é apenas uma das grande crenças de Asgard que são mantidas até hoje. Skuld pode ser vista por toda a Asgard com Lenneth a seu lado, apesar da guerra, Skuld anda por toda a Asgard devido ao fato de um dia ela se tornar a guardiã do povo, ela deve conhecer o mesmo.
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