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Guerras... Guerras nunca mudam.

Não importando que ideal saia vencedor, a guerra sempre deixa um rastro de destruição, miséria e sofrimento após sua passagem. São esses os detalhes sempre omitidos dos livros de história. A guerra não é heróica, a guerra não é um instrumento de avanço. A guerra é trágica.

Mais terríveis ainda são as proporções de uma guerra entre deuses. As chamadas Guerras Santas. O conflito entre Athena, a deusa protetora da humanidade, e o maligno Hades, que a cada 250 anos surge das profundezas infernais para tentar exterminar a raça humana e tomar o planeta terra para si, sempre sendo derrotado pelos heróicos Cavaleiros de Athena e selado mais uma vez no submundo. Foi assim desde os primórdios da humanidade... E desde então continuou sendo... Até 1986. Pois nesse ano, Hades venceu...


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Acontecimentos

A nova encarnação de Athena nasceu em Rozan e ainda não foi apresentada nem a elite de seus cavaleiros. Longe dali, as tropas de Hades se mobilizam para a guerra, rumando em direção a Asgard para a batalha final contra os Guerreiros Deuses de Odin e sob o véu da guerra os outros juízes se movem com objetivos misteriosos.


Sagas

A Saga de Ptolomea

Parte 1
Parte 2


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 Chrysaor, Aert Veenhuis
Sorento, o Oráculo
Posted: Oct 17 2009, 12:15 PM



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Group: N.P.C. (Staff)
Posts: 22
Member No.: 4
Joined: 22-August 08



1 – Ficha Técnica:

1.1 • Nome Completo: Aert Veenhuis
1.2 • Idade: 28 anos
1.3 • Idade Aparente: 28 anos
1.4 • Data de Nascimento: 23/ 11 / 2008
1.5 • Signo: Sagitário
1.6 • Local de Nascimento: Nova Atlantis

1.7 • Local de Treinamento: Inicio nas academias militares de Nova Atlantis, e continuou nos arredores do pilar do Mar Indico.
1.8 • Raça: Daimon

1.9 • Descrição Física: Tem estatura mediana. Tem a pele clara de um tom comum ao dos outros habitantes nesse mundo sem sol. Os cabelos lisos, o corte indo a altura da orelha alongando um pouco mais na parte de trás da cabeça. Olhos claros perto do cinza. Tem feição rija e porte altivo. Geralmente usa uma veste de cor negra com placas de oricalco, e uma capa vermelha cobre suas costas vindo de presilhas do ombro.


1.9.1 • Altura: 1,85
1.9.2 • Estrutura Física: Seu corpo é forte, mas apenas o enrijecido talhado para batalhas, de uma boa estatura com peso distribuído, não chegando a exibir o físico exageradamente musculoso. Mas sim uma complexão física, forte e definida, o que demonstra uma devoção no treino, o corpo forte, mas leve ainda sim, o corpo que considera ideal para o ideal guerreiro. Tem cicatrizes de treinos com lâminas ou missões, principalmente na parte frontal do tronco e ombro.
1.9.3 • Peso: 84kgs
1.9.4 • Cabelos: Cabelo de tom castanho. Textura lisa o corte vem até a orelha nas laterais e alonga-se um pouco mais na parte de trás da cabeça. Tendo também uma pequena costeleta.

.
1.9.5 • Olhos: . Olhos de um Azul, que puxa para um tom acizentado.

1.9.6 • Características Peculiares: Não tem nenhuma característica peculiar que possa chamar a atenção. Tem uma estatura mediana, e uma fisionomia comum.

2 – Cosmo Energia:

2.1 • Aparência: Queima em um tom dourado, mas é como se fosse o próprio sol voltando a brilhar. A luz emana sobre o marina quando este emana seu cosmo. Quando em seu ápice de estouro cósmico a luz pode ofuscar a vista dos que olharem diretamente. Pode ser notado quando possível olhar a figura de Theseus atrás do guerreiro com um escudo e uma lança, na formação Hoplita.


2.2 • Natureza Cósmica: Um cosmo que possuí uma natureza baseada na própria Luz. A sua emanação é como se houvesse de novo um brilho da luz solar, e em seu mais alto nível pode vir a ofuscar a visão das pessoas. O cosmo dá também uma sensação de calor. Como se transmitisse confiança na própria figura do general marina. Confiança ou quem sabe uma segurança e conforte na figura de Aert. Reflete como ele se comporta, como fosse um insistente e teimoso raio de sol pra transpor as teia negra imposta ao mundo, e iluminar o mundo com a real justiça, a do homem puro, a de Posseidon.


2.3 • Combustível Emocional: A vontade de trazer uma nova era. O Daimon que o encarna, Theseus afinal foi o construtor do modelo inicial de democracia, e um herói de Athenas. Mas seu nascimento é fruto de um caso de Posseidon... Em sua trajetória protegeu Athenas, mas fora emboscado em uma viagem e preso por Hades, apenas para voltar e ver tudo que construiu desmoronando. Se retirando em aposento é ainda assassinado. Sentindo-se perseguido por aqueles Deuses que o prenderam, e abandonado por aquela a qual dedicou sua vida, fora acolhido dentro do panteão dos heróis de seu pai, Posseidon. E isso influi no combustível emocional e cósmico do homem. Ele agora usa sua luz, sua luta obstinada e seu pensamento moldado ao mundo que Posseidon propõe... Um recomeço para aqueles bons de coração. E luta nisso com fervor, tendo tipo uma experiência onde tudo de bom que fizera fora destruído pela ganância de homens ruins e deuses.



3 – Traje Divino:

3.1 • Aparência Descritiva: - -x-
3.1 • Mudanças na Armadura: Apenas o arco (Circulo) atrás da Armadura é retirado. De resto a armadura é como apresentada no anime.

4 – Personalidade:

4.1 • Personalidade: Um homem decidido e imbuído de ideais nobres e um forte conceito de honra. Isso é algo que ficou muito marcado no General de Chrysaor, pois tanto isso é presente na personalidade de Theseus a qual habita como também fora um traço marcante de Aert, o humano a qual o Daimon encarnou. Desde mais novo nas escolas militares de Atlantis era um jovem decidido. Criado no seio daquela sociedade onde se cultiva uma idéia de pessoas boas para habitar o novo mundo. Criou então o seu pensamento, a sua visão dentro da visão de Posseidon. O que talvez possa ter sido uma influência do Daimon ainda não manifesto. Mas sempre procurava as atitudes mais bondosas para o próximo, e atitudes honradas como ajudar, não lutar em vantagem numérica, não aproveitar-se de situações adversas que não tivesse criado. E mostrou sempre uma petulante coragem. Parecia ter sido criado como esse estigma do ‘herói’ mitológico... Como se toda a mocidade fosse preparada para o Daimon que viria a completar o homem.

Olha a si tentando ainda utilizar sua memória tanto de Theseus como de Aert. Tentando aprender com as lutas e com os treinos do passado as pessoas que conheceu. E com o Daimon o conceito de um novo mundo que se abre, maior do que o jovem poderia acreditar. Então funciona como uma via de mão dupla. Ao mesmo tempo que Theseus dá a visão de mundo, o poder e o ímpeto para conquistas, o conhecimento. Aert mantém as rédeas curtas para não perder o foco e lembrar o que significa a ideologia de Posseidon. A responsabilidade de portar uma escama de Posseidon. E a importância, o modo como tem de se comportar de maneira exemplar por ser um dos filhos de Posseidon. Mostrar que Posseidon está certo através de sua estirpe mitológica. Por isso mostra-se uma pessoa confiante, bondosa e honrada... Ao mesmo tempo mantém uma humildade moderada pela personalidade humana que ainda lhe sobra.

É visto pela população em geral como um homem sério, ébrio e sóbreo. Um representante daqueles valores que a sociedade de nova atlantis busca. O jeito heróico, a fineza no trato das pessoas, a educação e o comportamento sempre procurando se policiar para ser um bom modelo, rende então uma visão positiva das pessoas. Comenta-se tanto que nunca viram Aert levantar o punho para se aproveitar de sua força em proveito mesquinho. Configurando a figura idealizada de um general. Suas palavras são ponderadas, e procura sempre ser gentil com as pessoas comuns.


4.1 • Comportamento em Batalha:
A Luta para Aert, é um meio. Dentre outros, existe a conversa, dialogo, trocas. Mas não descarta a luta, considera pela sua criação, a luta como algo dignificante, onde lá, coloca sua honra em jogo, onde pode de fato mostrar o que acredita e o quanto está disposto a defender aquilo. Então não foge de uma luta, não que a procure sempre, mas jamais se esconde. Dentro da luta impera seu lado como general, sério, olhar que tenta captar todos os movimentos, encorajar aqueles descrentes ficando para trás, se colocando a frente como uma lança ao ataque, ou um escudo a defesa, sempre no primeiro plano. Honra o oponente tal qual, pois horando-o é uma maneira de honrar a sua própria luta, e a importância do combate. E uma peculiaridade, considera todos os verdadeiros guerreiros, homens que lutam pelos valores, como iguais. Apenas o enfurece em batalha comportamentos desonrosos dos inimigos, o uso de inocentes e atitudes que por sua personalidade consideraria desprezível. Por isso não é frio em batalha, pelo contrário, sua emoção sempre está em jogo.

5 – Atributos:

5.1 • Atributos Físicos: 33

5.1.1 • Resistência Física: 8
5.1.2 • Reflexos Físicos: 9
5.1.3 • Destreza: 9
5.1.4 • Determinação Mental: 6

5.2 • Atributos Cósmicos: 600

5.2.1 • Resistência Cósmica: 205
5.2.2 • Reflexos Sobrenaturais: 200
5.2.3 • Cosmo Puro: 140
5.2.4 • Sentidos Extra-Físicos: 55

5.3 • Cosmo-Energia: 330


6 - Técnicas e Habilidades:




Nome da Técnica: Ira de Theseus
Descrição: O cosmo é emanado de maneira incrível, é quando mais se vê a natureza calorosa, luminosa do cosmo de Aert, mal podendo se ver o mesmo no plano físico, por conta da luz, e uma energia forte se concentra em sua lança brilhando mais do que nunca.
Efeito: Concentrando seu cosmo na lança cria um enorme acumulo de energia, então dispara uma rajada de energia pura e bruta de alto poder destrutivo e cortante, é apenas uma grande massa de energia... Modo que precisa de mais precisa é se estocar, pois a energia avassaladora irá toda em um ponto mínimo com alto poder destrutivo no impacto e possível perfuração.
Restrição: Quando lança uma rajada, o golpe é algo impactante por área, atingindo até 30 metros quadrados, quando usado em estocada o ataque aumenta o poder destrutivo mais concentra em um ponto menor, mas pode atingir uma distância de até 50 metros.
Resistência: Uma boa defesa, um forte cosmo para superar a força do ataque... No ataque em estocada uma esquiva boa pode ser o suficiente.
Classe: A+
  • Força: 110
  • Velocidade: 100
  • Cosmo: 70
Nome da Técnica: Escudo Luminoso
Descrição: Um escudo redondo e grande é formado a frente do braço de Aert, ao estilo do antigo escudo Hoplita. O escudo cria uma grande fonte de luz e dá uma aparência espelhada.
Efeito: Não é um escudo físico normal, é a manifestação do cosmo e da natureza cósmica de Aert que se condensa a sua frente formando sua principal defesa após a armadura. E ele basicamente cumpre a função de um escudo repelindo os principais ataques, e cria uma forte fonte luminosa capaz de ofuscar a visão do oponente. Aert pode aumentar ou diminuir o tamanho do seu escudo.
Restrição: O escudo tem um gasto continuo de cosmo para se manter ativo, o tamanho básico do escudo é algo que cobre o tronco e grande parte dos membros inferiores, pode sim aumentar o escudo mas o enfraquecerá, e pode diminuir e tornar mais resistente, mas diminuirá a área expondo-se.
Resistência: Acertar um ponto que o escudo não proteja, ou acertar em um ângulo que não proteja, ou um ataque forte o suficiente pra quebrar essa resistência. Quanto a luz, alguma habilidade no olho, ou então ter o momento exato de fechar o olho.
Classe: A
  • Força: 87
  • Velocidade: 60
  • Cosmo: 85
Nome da Técnica: Fios de Ariadne
Descrição: Fios quase translúcidos são formados em cada dedo, ou da lança, tem uma parte que adorna antes da lâmina com alguns fios, e lá pode se formar esses fios. Eles se alongam ao oponente, podeno ficar rijos, quentes, luminosos.
Efeito: O general pode criar de seus dedos fios com sua essência cósmica. Esses fios são quase translúcidos e podem prender o oponente apertando-o, restringindo seus movimentos, e com o uso do cosmo de Aert pode queimar pelo calor, ou pode emanar uma forte fonte luminosa próxima do oponente, e tem um poder forte de constrição que pode ir apertando e cortando ou fraturando o oponente.
Restrição: O fio necessita de um uso continuo do cosmo de Aert. E só pode controla-lo a uma distância de um raio de 20 metros de distância de si.
Resistência: Superar em força, ou em poder a força do fio criado. Ou ter uma incrível habilidade e conseguir se esquivar. Pode usar um ataque forte o suficiente contra Aert para tirar seu controle sobre os fios.
Classe: A
  • Força: 87
  • Velocidade: 85
  • Cosmo: 60
Nome da Técnica: Dardo de Luz
Descrição: Uma concentração de energia se forma na mão de Aert, uma energia que vai se alongando com a forma de um dardo grego de lançamento.
Efeito: . O cosmo de Aert materializa um dardo de lançamento no molde antigo, brilhoso como seu cosmo mas físico ainda sim. Aert pode concentrar essa energia na mão e atirar o dardo com um alto poder perfurante, tendo ainda um outro truque, o dardo como é materializado continua no terreno, e apartir do ângulo que estiver, Aert pode comandar um tiro reto de cosmo, feito pra formar o dardo, se conseguir por o oponente na mira que deseja, podendo assim criar uma armadilha.
Restrição: Só pode criar um dardo por vez, e tanto a força do seu lançamento como seu tiro de armadilha alcançam no máximo 30 metros de distância.
Resistência: Criar uma defesa para o dardo. Ou então uma esquiva. Não há grandes segredos para resistir essa técnica, é uma simples de combate. Defesa ou desvio contra o dardo.
Classe: A -
  • Força: 75
  • Velocidade: 50
  • Cosmo: 71
Nome da Técnica: Seta Ardente
Descrição: É formada uma concentração de sua energia cósmica podendo ser na ponta do dedo, ou na ponta da lança. E uma energia luminosa é lançada usando o mínimo de espaço para concentrar o cosmo.
Efeito: . Suas mãos são tomadas por luzes que rapidamente se concentram na ponta do seu dedo ou lança. Dispara esse tiro, a priori não causa muitos danos, mas é a essência cósmica de Aert que está ali naquele golpe concentrado. Logo o corpo do oponente internamente vai sendo aquecido, indo além da capacidade humana, causando fadiga, o cosmo elevando-se demais, os efeitos para o corpo podem ser desastrosos. Pode causar tantos danos físicos, como delírios, mal funcionamento dos órgãos.
Restrição: O tiro alcança uma distância de até 30metros, e seu disparo é determinado na hora de sair o tiro, não podendo Aert controlar a movimentação do mesmo durante o trajeto.
Resistência: Superar o cosmo manifestado internamente, desviar do tiro ou ter um tipo de contra técnica que possa resfriar ou anular o efeito do calor que vai aumentando.
Classe: A -
  • Força: 75
  • Velocidade: 50
  • Cosmo: 71
Nome da Habilidade: Cosmo de luz
Descrição: Seu cosmo emana a mais pura luz. É como se o sol teimasse em abrir a cortina de Hades quando o general emana seu cosmo. Pode controlar os níveis de luz sobre si, que emana e que influencia sobre a área, podendo tornar todo um lugar claro também.
Efeito: Pode controlar a luz e seus efeitos em uma determinada área, usando-a em seus golpes, usando os raios de luz para confundir o oponente. Com seu controle de luz pode aumentar a luz até níveis altíssimos deixando praticamente impossível manter os olhos abertos, ou pode se livrar de toda a luz, criando um quase completo escuro. Além de em seus golpes poder talvez ofuscar a visão do oponente com um flash luminoso.
Restrição: Sua influencia, sua fonte de luz cobre a uma área de até 50 metros cúbicos.
Resistência: - x –


Nome da Habilidade: Fonte de Calor
Descrição: Uma cosmo energia pode ser sentida, não apenas vista. E é esse outro efeito que naturalmente pode ocorrer do cosmo de Aert. Quase sempre mantida uma sensação na pessoa de um calor aconchegante, algo de segurança.
Efeito: Seu corpo é também pela manipulação de seu cosmo, uma fonte de calor. Quase sempre mantém uma temperatura agradável as pessoas em seu gosto comum, um tom aconchegante. Mas O Cosmo sendo elevado pode gerar um calor maior, criando temperaturas maiores nos ambientes, até tornar desagradável para muitos, e dependendo do nível do cosmo que atingir, pode ter efeitos mais ampliados. Além de ter uma grande resistência a altas temperaturas.
Restrição: Seu efeito cobre uma área de 30 metros quadrados. O calor quando aumentado a nível prejudicial ao oponente tem um gasto continuo de cosmo. O calor é gerado apartir de Aert então a temperatura diminui a medida que se afasta do mesmo.
Resistência: Sair da área de influencia, usar seu cosmo para se proteger. Se tiver algo que resista ao calor do cosmo, pode muito bem anular.

Nome da Habilidade: Aceleração da Luz
Descrição: É considerado um homem rápido, muito rápido... Quase como um flash apenas.
Efeito: O corpo sofre efeitos ao tentar atingir uma velocidade tal qual a velocidade da luz. Pelo seu conhecimento Aert consegue acelerar mais rápido a nível parecido e atingir com mais velocidade e perfeição tal nível em menos tempo que os outros levariam pra atingir o mesmo... Ele não é ‘o mais veloz’ ... É uma ilusão visual, ele na verdade talvez seja o que mais fácil ‘acelera inicialmente’.
Restrição: Gasto continuo de cosmo ao acelerar muito em algo. De resto é sustentando pela sua natureza cósmica.
Resistência: -x-

Nome da Habilidade: Maestria com arma.
Descrição: Apresenta uma grande habilidade com armas, principalmente com a lança. Desde os primeiros anos da academia mostrou talento pra manipular armas.
Efeito: Basicamente entende bem o movimento de boa parte das armas, podendo bolar uma idéia de como pode se defender, ou como pode agir contra tal arma, e como pode usar sua própria para um ataque de maior eficiência.
Restrição: Apenas que é interpretativo, cabe ao player achar essas saídas ou vantagens.
Resistência: -x-



7 – História:





Tudo remonta a fatos... Que com o tempo viram histórias, com séculos viram lendas... Com milênio viram mitos. Talvez esse seja a melhor maneira de remontar o que hoje se tornou Aert Veenhuis.

Existe o mito de que Theseus é filho de um dos casos de Posseidon. Se tornou um herói na Grécia clássica, e se tornou o rei de Athenas, abençoado pela deusa da justiça. Foi o criador do modelo moderno grego de democracia. Em parte isso é verdade. Mas muita coisa fora esquecida na sombra, frente a essa luz que ilumina essas questões. Como será então? Talvez durante a vida de um jovem isso venha a ser explicado.

Aert é um jovem nascido de uma família de origem Holandesa. Filho de Allard Veenhuis e Mabelie Van Bergkamp. O casal fora acolhido na arrebatação de Posseidon, ao levar para seu povo através de seu oráculo aquelas pessoas no mundo a qual ainda eram dignas do novo mundo idealizado por ele, pessoas de pureza. E assim era a vida do casal. Bons valores. Claro que houve um deslumbre, assustou, e houve problemas de adaptação. Afinal era todo um novo mundo a qual conheciam, ainda mais com tudo que aconteceu na ‘superficie’. O avanço quase completo de Hades. Mas o casal foram escolhidos por sua pureza e força. Conseguiram resistir aos problemas, e começar uma nova vida que não foi tão difícil meio as pessoas selecionadas, pessoas como eles. Parecia um ideal de mundo. Pessoas bondosas, valorosas.E logo essas características criavam raízes mais fortes. Com os anos se passando, o casal sempre teve problemas em ter filhos, mas essa forte raiz rendeu um fruto a qual os pais chamaram de Aert. E talvez fosse forte e designada desde os astros sua energia vital, pois após o primeiro filho, nunca mais a mãe conseguiu gerar outra criança.

A criança nascida ali em Atlantis, criada naquele meio, com aqueles valores, era uma criança que crescia com uma visão idealizada. Por seu convívio com seus ‘compatriotas’ ser tão tranqüilo, era mais do que lógico entender que a idéia de Posseidon, era o caminho certo para o mundo. Aquela era a verdadeira justiça. A justiça para os bons, para os valorosos. E não estender a mão a qualquer ser sem escrúpulos como Athena o faziam. Assim fora criado. E em sua criação idealizada surgiu um ideal heróico. Ser um guerreiro que defende esse novo mundo. Uma classe que possa vencer, e possa orgulhar Sorento, e Posseidon. Além de orgulhar de seus próprios feitos ao mesmo tempo.

Teve sua educação nas letras. Freqüentando a escola em horário normal, mas cedo ingressou nos treinos militares. Praticava o que podia ver ou tentar mais cedo, mas efetivamente com 10 anos ingressou numa academia militar. Pela educação que recebeu dos pais e comunidade desde criança, era determinado em seu objetivo. E isso moldou os pontos que fizeram o jovem se destacar na academia. Seu talento acima do normal, além da própria dedicação. E ainda sim a gentileza no trato com as pessoas. Era o melhor de sua turma, mas ainda sim nunca abusava de suas habilidades, ou negava ajuda a um companheiro. Nem gostava de contar vantagem sobre suas conquistas, mesmo que se orgulhava profundamente de cada uma.

Por seu destaque aos 16 anos, conseguiu ser destacado para um posto no pilar indico. Fora o primeiro da classe a obter um domínio bom e certo conhecimento sobre o cosmo. Além de que, estava sendo mandado para o pilar indico, para os instrutores Aert era um guerreiro valoroso e além de tudo, ele poderia servir como um modelo, o jovem era quase como um molde idealizado. E de fato ia pouco a pouco servindo a esse propósito. Mas no seu intimo algo havia mudado... O pilar era defendido por um general marina que se comentava ser filho de Posseidon. E era estranho, sentia algo familiar em seu cosmo, nada que Aert pudesse pensar ainda o que seria. Afinal seu conhecimento de cosmo ainda era muito pequeno. Mas dia após dia começou a ter sonhos. Uma voz falando com o garoto. Às vezes via imagens como se contasse uma história, um homem deixando um filho e sandálias e uma espada, essa criança crescendo e sabendo de seu pai, e a mãe o revelando que era para pegar os objetos deixados e mostrar no palácio que o pai entenderia. Houve uma recepção, parecia ser príncipe. Teve de lutar com um touro. Era tudo ainda confuso na cabeça de Aert. Dia após dia tinha esses sonhos e não entendia muito bem. Via essa pessoa no sonho matar 50 outras protegendo o reino contra seus primos, se aventurar contra o Minotauro, virar um rei, ser preso em hades, voltar o povo esquecer tudo que fez, então ir procurar uma vida tranqüila e ser assassinado. Era tudo confuso na cabeça de Aert. Pelas visões tudo aquilo remontava a Grécia clássica no período heróico. Perturbado por esses sonhos o jovem fora nas bibliotecas para encontrar algo. Então tudo vai se montando, a história vai se montando na cabeça do jovem. A pessoa nos sonhos era Theseus. Era toda a história daquele herói. Quando estava entre 18 e 19 anos sonhava ainda, e ficava mais estranho, às vezes era sua imagem no lugar de Theseus. Tudo aquilo parecia estranho. E por um certo tempo os modos do garoto ficaram um tanto mais estranhos a seus superiores que bem conheciam aquele garoto de índole irretocável. E com o auxilio de seus superiores conseguiu algo que estava desejando a certo tempo. Havia uma pessoa para entender e interpretar aquilo. Mas parecia tão distante... Era falar com o oráculo, Sorento. Sim, o jovem era talentoso, mas humilde. Não achava que um dia estaria perto de tal homem.

E o encontro foi algo marcante. Estar pela primeira vez frente ao oráculo... Apesar de seus modos acolhedores ainda sim era uma presença forte. A mais forte que já tinha sentido até então. E bem, em se pensamento inicial não estaria errado. Sorento não teria tempo para ver todos da nova Atlantis mesmo que assim o desejasse. Mas ao mesmo tempo o homem não ganhou o titulo de Oráculo por qualquer motivo. Ele enxergava longe, era como se enxergasse o cosmo e a alma. E no dia do nascimento de Aert, pelas estrelas e pelo que sentiu. Algo diferente ali existia. Um tipo de presença rara, mas que já por estranheza do destino, sentido uma vez já. E agora isso se manifestava mais forte no jovem. E Aert relatou seus sonhos, e as vozes que escutava. Sorento podia ver claramente agora. Não podia adivinhar o destino, mas podia tentar ler as entrelinhas do tempo. O tipo de presença, a personalidade. O garoto estava destinado a algo grande em sua vida, uma grande mudança. Talvez perder sua identidade, talvez construir uma nova em sua. Era destinado a encarnar um dos mais heróicos e ao mesmo tempo de triste fim, dos filhos de Posseidon... Theseus. Mas ao garoto nada falou, ainda não era exatamente claro como um espírito antigo agia sob um corpo novo. Era um dessas coisas dos Deuses e destino. Mas falar agora poderia mexer com as idéias do jovem, e ao mesmo tempo podia prejudicar o traçado por Posseidon e Theseus. Quando fosse a hora o próprio antigo herói revelar-se-ia. Ao momento disse ao garoto que considerasse isso uma benção. Que era um espírito antigo e nobre que estava a lhe ensinar. Que encarasse como um mestre em sua mente. E que não temesse, pois era um destino escolhido por Posseidon. Isso poderia ser perturbador para qualquer pessoa, mas o fato é que tanto o garoto tinha uma forte personalidade, como escutar essas palavras de uma pessoa de carisma e tato, como Sorento, além da posição que ocupa. Isso o deixava um tanto mais tranqüilo quanto a esse confuso futuro.

Mantinha seus treinos e sua educação. Os anos se passaram e crescia tanto em poder, como também sua fama entre as pessoas de um homem gentil e bondoso apesar de tudo. Com a influência de Theseus transpirava um porte nobre. Demonstrava confiança. E com a ajuda de Theseus adquirira excelência em seus treinos.Completava 26 anos e era o líder da academia militar no indico. Uma das posições militares de maior destaque no pilar. Mas ainda sim, nesse tipo de coisa tinha sim ambição. Queria poder conseguir mais, e sabia que podia. Olhava para o General Marina de Chrysaor, Michael. Apesar de serem divergentes no modo de agir. Aert não gostava do modo de se portar, no trato do General com os outros, como se portava, mas ainda sim respeitava a posição, acreditava que ninguém chegava a um nível sem merecer, e as conquistas do mesmo não podia nem pensar em desmerecer. Mas sentia apesar dessa divergência, algo semelhante no cosmo. Não tinha noção ainda do que representava os “Daimons” nem ao menos sabia que tinha um destino parecido, pois isso não lhe fora inteiramente revelado.

Mas a voz dentro de si não deixava conformar-se com o próprio nível, e a influencia dela era cada vez mais forte. Às vezes nem precisa ouvir, apenas a sente e age. E com isso nunca relaxou em seus treinos e sua força e seu cosmo cresciam com o tempo.

Os anos se passavam desde que ingressara a primeira vez. Conseguiu grandes conquistas é verdade, mas almejava uma escama. Era humilde, sim. Mas sabia de sua capacidade, e da sua força. E confiava muito em si, e era o que a voz em si dizia. Mas nunca chegou a tentar. Talvez por desgostar do General de Chrysaor. E como servia no indico, seria indicado para ser seu imediato. Mas bem, as coisas no mundo atual mudam muito rápido. Houve uma missão, e a vida de Michael de Chrysaor fora ceifada. Aert não sabia muito bem o que fazer. O indico não tinha mais um líder ou um protetor de fato, com escama, Aert na verdade configuraria a patente mais alta. Mas não podia fazer nada ainda quanto a grandes forças, e nesse momento teve um desespero, um receio. Então criou coragem e foi finalmente testar sua força, treinada em todos esses anos. Iria tentar a escama de Geryon.

Tudo fora preparado para seu teste. E quem pode ver, viu uma atuação quase perfeita em todas as etapas. Sim se feria, se machuva. Estava almejando um grande poder, mas estava preparado. E teve uma atuação maestral, e fora a primeira vez que a maioria das pessoas puderam ver o cosmo de Aert. Quase como a luz solar. Uma visão única para muitos, naquele novo mundo feito de noite eterna posto por Hades. Tanto que quem observou aquele teste não teve duvidas de que era destinado a portar uma escama, sua preparação, seu cosmo e sua própria personalidade. Isso até o momento que finalmente chegou a escama ao passar pelos desafios.A escama não o aceitou, Geryon não o cobriu. Tentou toca-la, tentou invocar com o cosmo, mas era claro que aquela escama não o obedeceria. Caiu com os joelhos ao chão, curvava-se com o punho no chão. Estava triste, com raiva, seu cosmo era emanado de maneira incrível com todos aqueles sentimentos. Mas a escama não o obedecia. Teria no intimo algo de errado com o bom Aert? E enquanto isso na mente de Aert vinha um turbilhão de novas lembranças, não todas suas. Impulsos vontades, o seu cosmo sentia essas alterações também. E sentia cada vez mais forte a presença que há anos sentia dentro de si. Forte como nunca fora antes. E levantou-se. Seu cosmo era alto, e estava diferente. Há poucos segundos se desesperava, e mantinha uma expressão altiva agora no rosto. Um cosmo o chamava, e se dirigia a morada do Óraculo Sorento. A cada passo que se aproximava sentia mais seu cosmo e sua mente de uma maneira surpreendente. E parecia entender melhor tudo aquilo que havia anos acontecia consigo.

Chega a morada de Sorento, fez uma reverência respeitosa e se pôs em posição formal. Sorento então lhe fala.

-Sei que não conseguira seu intento em Geryon. Era seu intento Aert, Não o de Posseidon. Mas segure. – Estende então a lança da recém salva armadura de Chrysaor. Aert por si só não entenderia muito bem, e hesitou por um segundo, mas a presença nova em seu corpo o impulsionou e ele pôs as mãos sob a lança e sentiu uma nova energia fluir pelo seu corpo. Tudo... Entedia tudo perfeitamente, seus sonhos, as vozes, O seu destino.

-Você em parte é filho de Posseidon. Quando veio a mim a anos eu vi. És Aert... Mas também é Theseus. Pela sua conduta e honra fora escolhido para encarnar um dos filhos do próprio Posseidon, e foi como um presságio. O outro filho de nosso deus morreu em desonra. – E isso Aert podia ver em sua mente, tudo que aconteceu, e como nunca havia simpatizado com o Michael mais ainda teve repúdio. – Posseidon quer que você continue a missão, como um filho dele. Para assim salvar a honra de sua estirpe e ser um portador da verdadeira justiça. Um filho pode quebrar essa visão, então um filho deve restaura-la. Por isso você, Aert, Theseus... Agora deve encarnar e cumprir seu dever.

E Aert responde – Não decepcionarei, nem o senhor Sorento, nem a meu pai. Pela minha honra. – Emana então seu cosmo e era perfeito agora com a lança em mãos, e a armadura alquebrada agora cobria o corpo do general. Agora o novo representante... “Aert de Chrysaor”.





8 – Interpretação:




Aert Fala
ações
-Sargento
Soldado aprendiz
Dían

-E tenha um bom dia querido. E tente se poupar um pouco e voltar bem. – Falou a sorridente mulher dando um leve beijo no homem.

A pouco tempo acordando cedo pela manhã Aert havia tomado um banho e vestido com ajuda de sua esposa seu uniforme que usava quando não portava a armadura. Logo depois ao lado dela tomava o desjejum, um bom café da manhã com suco algumas frutas e pães. E assim se preparava para mais um dia como o mais alto posto no oceano indico, retribuindo ao sopé da porta o beijo da noiva. – Tentarei Dían, mas já me conheceste assim, não pode reclamar muito ein. – Falou em um tom ameno, como fosse usual aquela reprimenda e a réplica na vida dos dois recém noivos.

Então Aert sai para olhar como estavam as coisas no pilar indico. Gostava de olhar tudo pessoalmente, trocar palavras com as pessoas. Passou o dia então a acompanhar tudo que podia por ali. Não se ocupava apenas da parte militar, passava pelas lojas, pelos vendedores, notava se havia preços abusivos, e como estava a organização social. Não queria ser apenas ‘uma arma’ de Posseidon, mas sim alguém que Sorento ou Posseidon não precisassem se preocupar com a vida diária. Tornando-se assim um belo governante idealista. Tira uma parte do dia para escutar os representantes para cuidar de algum problema social do lugar. Quase sempre tudo andava tranqüilo, eram pessoas boas, mas vez por outra encontrava um que não condizia com a geração que Posseidon trouxe de bons homens, pois já nasceram em Atlantis tal como Aert, mas alguns subiam a cabeça. Não fora no caso do mercador, mas sim ao observar na sua ronda entre os treinos na academia um sargento portando um chicote. E havia um rapaz com olhar mais abatido que estava indo pior nos treinos que os outros e era constantemente açoitado. Até que em um momento Aert para a mão do sargento que o olha sem entender.

-Nunca, em meu território use de novo tal artifício. Isso é para os bárbaros, isso é para a corja de Hades.

-Mas General, só assim alguns desses molengas aprendem, eles não tem fibra como ..

-Como quem Sargento? Vai dizer o senhor? É mostra de fibra bater em um subordinado que não pode levantar o punho contra? Saia de minha frente, o designarei a voltar a capital e lá decidirá que posto irá ocupar, não continuará aqui.

Mas após o treinamento ser interrompido com a saída do sargento, teria de continuar.
-Continuem! Eu ficarei aqui por hora.

E os jovens continuaram a treinar, agora sob a tutela de Aert, alguns ficavam entusiasmados, alguns nervosos... Afinal era o próprio general. Mas Aert tinha uma palavra de acalento para um, ou conselho para calma para outro. E o jovem de mais cedo continuava a falhar no exercício.

-Desculpe senhor... Talvez o sargento esteja certo...Não é culpa dele talvez, eu não consigo...

Aert escutou e não gostava de fato daquele tipo de atitude, uma pessoa desistente. Mas entendia o que era passar pela tutela do chicote, isso pode quebrar o espírito de alguém. Segurou um pouco o ímpeto de ralhar com o jovem e falou.

-Então terá de continuar tentando. Mas tem que decidir agora, você quer ou não ser um soldado a servir esse lugar? Tem várias outras maneiras de ajudar sem ser militar, quero saber se tem essa vontade.

-Senhor, sim... Eu quero senhor!

Pois então continuaremos. E fora um fato curioso, um instrutor ficou mais tempo no treino, mesmo quando os outros eram liberados por completar seus exercícios. Algumas horas se passavam e o general se mantinha ali ao lado. Até o garoto se sentia mais confiante e finalmente conseguiu.

-Você consegue... Viu? Veja bem, cada um tem vantagens e desvantagens... Você teve a chance de conhecer uma, o que você pode fazer? Trabalhar mais que os outros, pois está em desvantagem. Não espere que eu, ou qualquer outro instrutor fique mais tempo com você, como fiz hoje. Você me disse que tem vontade, e confio em sua palavra. Quero ver um dia servindo a meu lado como servo de Posseidon... Mas até lá tem de lutar, tem de se esforçar... Se precisar de conselho, nunca estarei fechado, como nunca estive... Mas procure o seu caminho e sua força. Está em algum lugar... Hoje eu vi um jovem alquebrado, mas que por fim conseguiu seu objetivo... Permaneci por ver esse vacilo em uma boa alma... Mas agora reparada, deve cuidar dela... Está bem?

Fala em um tom sério apesar de seu jeito gentil. E o garoto olhava e concordava com a cabeça prometendo se esforçar mais.

-Agora tenho de ir... Boa sorte garoto.

E boa sorte a mim... Dían deve estar me esperando a horas....” – Pensou o homem, quando se dirigia pra casa, e sua noiva o esperava na porta. Ele fica um tanto embaraçado a falar.

-Desculpe... Eu me atrasei... É que estive ocupado... E....
-Sei.... – Olha-o com uma expressão mais séria... Enquanto ele coça a nuca pensando algo. –Pedi para não se esforçar tanto.... Mas tudo bem, os garotos mais jovens passaram aqui e me falaram o que houve, senhor instrutor.... Mas o entendo Aert... Apesar disso, não seria o homem que conheci e qual gostei por seu jeito...

Ele sorri e a abraça, mas ela emenda rapidamente. –Mas não ache que eu vá esquentar o jantar agora.

9 Intenções:

Trazer a justiça e visão de Posseidon ao mundo. Fazer nascer o que considera a verdadeira justiça e aplicar como no período clássico um dia fizera. Mas uma justiça e um bom mundo para aqueles merecedores, pois já sabe o que acontece ao deixar maças podres em um cesto bom. Erradicar as trevas que o mundo está posto por Hades e eliminar aqueles cavaleiros que tentam impedir o novo mundo. Mas trazer o perdão para aqueles que se arrependerem, que aceitarem o novo mundo que virá.
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