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Member No.: 1
Joined: 11-October 08
Tormen
Lembro-me de acordar de manhã, ter saltado da cama com um estranho entusiasmo no corpo, e ter olhado para os prédios no lado de fora da janela. Àquela hora o sol ainda não nascera. Se fosse a correr iria conseguir vê-lo, a aparecer na linha do horizonte. Vesti-me à pressa, com a camisola cinzenta às riscas pretas que vestira no dia anterior, e saí de casa. Subi as escadas do meu prédio até ao último andar, até chegar ao terraço. Uma vez lá, olhei na direcção de onde vinha mais luz. O céu pintava-se em tons de vermelho.
«É hoje!», lembro-me de ter pensado, «É hoje! Os Misericordiosos vão começar as suas funções!». Sentia-me nervoso, mas era um nervosismo bom, como se tivesse estado à espera daquela dia durante muito tempo. Os rapazes que iriam raptar também deveriam estar a acordar àquela hora. Talvez um ou outro deles estivessem a olhar para o mesmo sol, que espreitava agora.
De qualquer das formas, nenhum deles tinha o destino comprometido, visto que não estavam escolhidos. Podia dar-se o caso de ficarem doentes e não irem à escola nesse dia. Os rapazes seriam escolhidos ao acaso, enquanto estivessem a caminho da escola. Vários membros dos Misericordiosos estavam espalhados por diversos pontos da cidade. Se vissem um rapaz que corresponde-se à faixa etária que desejavam... raptá-lo-iam. Eu? Eu ia estar na Rua Susan Grejov. Já conseguia ouvir os gritos que o rapaz produziria quando eu o agarrasse por trás e lhe desse uma pancada na cabeça.
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Joined: 21-December 08
Jengo sentiu o sol a bater-lhe na cara e percebeu que tinha estado deitado um pouco mais de tempo do que devia. Com os olhos ainda fechados levantou-se e viu o seu irmão mais velho, de 17 anos, já de pé.
- Eh, preguiçoso! Tens de te despachar! - disse ele, provocador.
Jengo despachou-se o mais rápido possível. Depois de tomar um banho rápido e se vestir, tomou um pequeno-almoço simples. Cruzou-se com o pai, que ia naquele momento para o seu trabalho com o filho mais velho.
- Bom dia - disseram um ao outro. - E até logo - acrescentou Jengo, pondo a mochila às costas para se ir embora.
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Joined: 21-October 09
Dimitri sentiu o toque do seu avô no ombro e tapou-se com mais força. Ao segunto toque, lá fez um esforço e se tentou levantar. Abriu os olhos, viu o seu avô com um pijama às riscas e lembrou-se da noite anterior. O seu último assalto à despensa do vizinho correra bem e à noite havia salsichas, ovos e pães com fartura. Ainda lhe cheirava a torradas. Levantou-se e foi até à cozinha preparar uma omelete. Pôs a mochila às costas com uns sumos e pôs-se a caminho
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Joined: 24-October 09
Ivan acordou com o despertador do telemóvel e levantou-se mecanicamente. Já estava habituado a esta rotina. Tomou um duche e vestiu-se. Foi para a sala onde lhe esperavam 2 torradas e uma caneca de leite com chocolate. Quando acabou pegou na mochila e foi para escola. Os seus pais já estavam a trabalhar... Havia uma macieira no caminho. Aproveitou e comeu uma maçã e decidiu levar uma para a professora para a deixar contente com ele. Escolheu uma com lagarta.
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Joined: 9-September 09
Emir acordou cedo como sempre. Levantou-se e foi lavar a cara. Estava cansado. Passara grande parte da noite tratando da mãe que se andava a sentir mal. A febre e nauseas eram sintomas constantes. Foi ver como ela estava, acordando-a suavemente. -Mãe, como estás?- perguntou -Estou melhor, obrigado filho. - Hoje não vou á escola, vou leva-la ao médico- Afirmou com um ar demasiado sério para um rosto tão jovem. -Não Emir, eu estou melhor e isto vai passar, não preciso de médico para nada... eles só servem para nos fazer gastar dinheiro em medicamentos inúteis. Açém disso já tens faltado muito, não podes perder o ano... -Isso não interessa mãe, eu vou sair da escola para trabalhar. - Tu não sejas teimoso! Já te disse que não sais nada da escola!- disse a mãe agastando-se claramente. Emir ao ver o cansaço da mãe não discutiu mais. Ela levantou-se e foi a casa de banho, caminhando lentamente. Ele foi para a cozinha preparar o que levaria para comer na escola, tinha uma lata de salsichas abertas no frigorifico, que ele pôs num pão do dia anterior, e guardou num saquinho de plastico. Foi-se vestir ao quarto dele e do seu irmão de cinco anos que ainda dormia profundamente. A mãe saiu da casa de banho ao mesmo tempo que ele saia do quarto com a sacola dos cadernos e ela disse: - Não te preocupes, eu estou bem... Vai lá, e tem cuidado. Aproximou-se do filho eu deu-lhe um beijo na testa. -Até logo... juízo!- recomendou -Até logo mãe- despediu-se. Passou pela cozinha pegando tambem no seu almoço e saiu. Caminhava sozinho pelos perigosos caminhos daquela cidade. Eram quinze minutos até á escola.
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Joined: 21-December 08
Depois daquele ta teempo para se despachar, dava também para a sua mãe o fazer. Ela iria ficar em casa para cuidar do irmão de 6 anos. Ainda não ia para a escola porque se sentia maldisposto e lhe doía um pouco a cabeça, logo, teria de lá permanecer, para a sua felicidade. A escola não era uma coisa que toda a gente apreciasse. A sua mãe estava a ver se o seu filho mais novo estava melhor desde o dia anterior, mas como viu que Jengo se ia embora para a escola, aproximou-se dele e deu-lhe um beijo na testa.
- Até logo, filho.
Ele abriu a porta e saiu para a rua, inspirando o ar da madrugada. Mais um dia. E isso não era uma coisa má. Começou a andar, e a afastar-se da casa para ir para a escola. Olhou para trás e viu o seu irmão mais novo à janela a dizer-lhe adeus e o seu pai e o seu irmão mais velho a saírem de casa para irem ao trabalho deles. Acelerou o passo, porque se sentia enérgico.
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Joined: 18-August 09
Depois de ter desligado o despertador sobressaltado, levantei-me e pus-me de baixo do chuveiro, a água estava morna, o vapor fazia efeitos maravilhosos no ar. Sai da casa de banho e entrei logo no meu quarto. Do roupeiro tirei as minhas calças pretas, a sweet-shirt amarela e verde e a roupa interior. Sequei-me, verti-me e calcei os allstar amarelos. Tentei ajeitar o meu cabelo, mas com os caracóis era quase impossível. Desci a escadaria e dirigi-me para a sala de jantar onde a mesa já estava cheia de comida. - Que desperdício. – disse para comigo. Entretanto ouvi o tilintar das chávenas e seguido de um pequeno som de quem se tinha assustado. – Menino Klaus, já está acordado? Era a Marie, a empregada da minha mãe, não gostava muito dela, tinha uma certa arrogância na sua maneira de falar. - Sim Marie, já aqui estou, vim só comer antes de sair. – respondi-lhe olhando para a travessa de torradas a minha frente. Peguei numa e no frasco de compota, barrei a compota na torrada e sai da sala sem dizer mais nada. Fui à casa de banho novamente, lavei os dentes de seguida sai para que o motorista me levasse à escola.
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Joined: 9-September 09
Emir caminhava no seu passo ligeiro quando avista um conhecido seu da escola. Chamava-se Jengo e Emir já tinha falado com ele na escola enquanto esperavam numa fila para a papelaria. Via-o varias vezes no caminho para a escola, pois iam pelo mesmo sítio. Acelerou o passou para ver se o apanhava.
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Joined: 21-December 08
O rapaz continuou o seu caminho para a escola, rapidamente. Estava a aproximadamente 12 minutos da escola, e cansada não estava. Gostava de caminhar e isso era uma coisa que fazia assim todos os dias de manhã e muitas vezes à noite, num passeio descontraído. Olhou para trás, para ver a distância dele ao prédio Beto, tal como o irmão mais novo chamava ao grande prédio por lá morar um homem chamado Beto que os conhecia. O prédio já estava algo afastado, não muito, mas não via a casa dali; o prédio tapava-a. De qualquer forma, já estava um pouco longe de casa. Voltou a olhar para a frente, e viu um vulto a aproximar-se. Era um rapaz da escola, provavelmente. Sim, parecia aquele que já tinha visto uma vez, e até falado com ele. Como é que se chamava...? Ah, não interessava. Apesar desse pensamento que o queria afastar da escola e de colegas da escola até lá chegar, o seu íntimo desejo de ter uma companhia para o caminho fê-lo abrandar o passo...
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Joined: 21-October 09
Dimitri acabou de comer deu um beijo ao avô, pegou na mochila e foi embora. Faltava 5 minutos para a entrada na escola mas ele não se ia cansar tinha ue falar com o seu ratinho. Tirou-o da mochila e começou um relato imenso sobre o namoro do dia anterior, e das matérias que tinha dado. A meio do caminho ouviu um ruído e parou, escutando
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Joined: 20-December 08
Num pequeno apartamento, no rés do chão, vivia a família Guerrero. O pai parecia controlar bem a zona do seu prédio, mantendo alguma superioridade hierárquica neste canto imundo, não havendo problemas adversos na zona para a família, que já era local e bem conhecida.
Tommy ainda estava a dormir, para variar, nunca se levantava a horas de sequer ir para a escola pontualmente, nem sequer sabia bem para que o obrigavam a ir à escola. Não tardara até a mãe chegar para o tirar da cama.
- Ai o c******... AINDA DORMES? SAI DESSA CAMA JÁ! - barafustou a mãe, ao entrar no quarto.
Tommy balbuciou qualquer coisa... que infelizmente a mãe entendeu. A resposta da mãe foi-lhe puxar os lençóis e forçar o rapaz a cair da cama abaixo, acordando de imediato.
- FO*****! - exprimiu-se, levando com um tabefe da mãe. - Vai comer o raio do teu pequeno almoço e pisga-te da casa puto. Quero usar a tua cama.
Tommy nem respondeu, já sabia como era. Vestiu-se rapidamente com a roupa que tinha à vista e saiu do quarto, enquanto a mãe limpava e preparava a cama. Foi à cozinha, parecia ter já umas torradas na mesa e um iogurte qualquer. Comeu o que conseguiu, bebeu e pegando na mala que nem aberta foi desde ontem, saiu de casa.
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Member No.: 46
Joined: 9-September 09
Emir viu que ele abrandava, e deixou de acelerar tanto o passo, levantando a mão é laia de cuprimento. Ao chega lado dele, fez menção de continuar a andar dizendo: - Então, tudo bem? Lembras-te de mim certo?
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Joined: 29-September 09
" Click!"
O barulho da máquina fotográfica. Desta vez Vasilly tirou uma fotografia a um carro completamente destruido por um gang. Alexander acompanhava-o. A fome começava a aparecer.
- Temos um encontro com um jornalista, é melhor despacharmo-nos ele paga bem pelas fotos.
Stukov sabia ler um pouco. Embora tive-se fugido do orfanato há pouco mais de um ano, Alexander tinha dois anos e dois olhos amarelos. A partir dai vivera a vender fotos da cidade e da sociedade em geral a jornalistas ocidentais. "Imagens chocantes, cativam pessoas civilizadas que não estas..." Pelo menos sobrevivia.
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The time of darkness ended... What will come next? The time of light or another age of darkness. Pfui. So many complicated questions.
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Member No.: 7
Joined: 21-December 08
Jango percebeu que o outro rapaz se tinha aproximado. Hm, não fazia mal. Que mal é que fazia, afinal?, interrogou-se, pensado na falta de lógica e de razão dos seus pensamentos anteriores.
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Member No.: 44
Joined: 18-August 09
Cheguei à escola em minutos. Antes de sair do carro Emil o meu motorista perguntou-me se estava tudo bem. - Sim Emil, porque não haveria de estar? - perguntei-lhe já estando habituado a essa pergunta vinda de todos os empregados da minha casa - Nada Klaus, só que tenho-te achado muito triste. - disse ele com m olhar muito confortante, os meus olhos azuis encheram-se de lágrimas. Abri a porta do carro limpando as lágrimas com a mão dizendo: - Não é nada Emil, não te preocupes. Sai do carro e entrei na escola de cabeça baixa para que não vissem a minha cara.